Motocicleta da marca verde será produzida em Manaus, AM
A Kawasaki divulgou durante a 10ª edição do Salão Duas Rodas que estará, em breve, fabricando a naked ER-6n, no Brasil, em Manaus. A MOTOCICLISMO teve a oportunidade de testar o modelo 2009 da campeã de vendas ER-6N, em terras européias. A marca japonesa conquistou grande êxito com a naked, já que responde às necessidades de motociclistas médios.
É uma motocicleta polivalente, moderna, com valor acessível no exterior e está ainda melhor com o novo modelo. Esta “N” tem como base a esportiva ER-6F, sua versão carenada. Além de ser um marco para a empresa, não só no que refere-se à comercialização, a moto foi caracterizada por ser um veículo que abriu as portas da marca para novos compradores. Para 2009, o objetivo da empresa de Akashi é claro: levar a ER-6N a um novo nível em seu visual, mostrando um aspecto mais consistente e maduro. Mas, ao mesmo tempo, atraindo um público jovem e debutante no motociclismo. Por um lado, foi mantido o mesmo estilo lúcido da moto anterior, por outro, a atenção voltou-se aos detalhes estéticos. Em particular, aos equipamentos elétricos — quadro de luzes, farol, intermitentes, grupo óptico traseiro — e o contorno da carroceria e assento, que trazem um aspecto mais compacto e musculoso.
Entretanto, as evidentes melhoras externas vieram acompanhadas de retoques na parte ciclística, o que melhorou ainda mais sua famosa maneabilidade, facilidade de condução e estabilidade. Claramente, está muito mais atrativa que antes. Modificações aconteceram no assento, ficou um pouco mais baixo, e no guidão, que está mais próximo do corpo. A partida elétrica simplifica a arrancada, já não eleva tanto a marcha lenta, e assegura que o catalisador alcance a temperatura ideal em pouco tempo.
Existem quatro ganchos para amarrar os equipamentos e sobre o assento tem um porta-objetos. Mas também possui alguns pontos negativos, como o novo quadro de instrumentos que, apesar de muito bonito, é complicado e torna o conta-giros quase ilegível.
Mesmo assim, outras novidades são realmente importantes e efetivas. E, por isso, vale a pena apostar no novo modelo: a suspensão dianteira é notadamente mais firme — principalmente na versão com ABS — e a frente não afunda tanto quando recorre aos freios para entrar em curvas. A Kawasaki parece mais ágil para realizá-las, por ser levemente mais curta. E a resposta do motor por volta dos 4 000 rpm recebeu lições da Versys, já que agora está mais consistente e rápida. Quanto à ciclística, algumas modificações recebidas foram destinadas a evitar vibrações existentes, ocasionadas pelo motor 2 cilindros em paralelo.
Para evitar o problema, o propulsor foi fixado com silent-blocks. O guidão também tem suportes de borracha — que reduzem as vibrações transmitidas aos punhos e retrovisores. Mesmo artifício utilizado nas pedaleiras, do piloto e do passageiro. A verdade é que, apesar de amenizado, o seu motor continua transmitindo a particular pulsação bicilíndrica. O conjunto torna-se uma das melhores oportunidades atuais para o motociclista médio encontrar uma moto útil, fácil, divertida, eficaz, sempre suficiente e com preço acessível para o mercado europeu.
As características de potência no período de giros médios do motor garantem uma facilidade excepcional de pilotagem. Com 72 cv de potência, a moto tem a quantia necessária para satisfazer um piloto perito, sem colocar em apuros os inexperientes. Sua parte ciclística sempre passa confiança, fazendo com que se manobre com mais facilidade, e a balança mais larga melhora notadamente a tração nas saídas de curvas.
Algo que evoluiu também graças à altura baixa do assento e ao desenho ergonômico e estreito, sem falar nos 200 kg — não muito leve, mas bem distribuídos. Possui uma nova bomba de freio de 14 mm e pinças com pistões de 27 mm — embora a ER-6N não tenha uma “mordida” que possa ser classificada de excepcional, sua ação é tão dosável que, na realidade, aumenta a segurança e atua como um ABS natural. As suspensões permitem que a moto oscile um pouco, mas “copia” bem as irregularidades dos terrenos. Para finalizar, sua ergonomia é totalmente natural e transmite conforto a motociclistas de todos os tamanhos.----------------------------------------------------------------------------
Já vou começar dizendo..... esta motoca é show de bola, uma moto bem nascida, e isso é muito importante, mas falta desenvolvimento!!!! claro que não é uma moto perfeita, e precisa de alguns acertos, más são fáceis de resolver.
Na estrada vai muito bem, motor não faz barulho, e até me surpreendi com desempenho; médias de 130 á 140Km/h vai numa boa, sem pedir a sexta marcha "que não tem".
Vamos para o desempenho: seu motor V2 é uma maravilha, nem parece uma 250cc, a começar pela aparência; nos quase 1.000Km que rodei, sempre vinha a pergunta "É UMA 600CC"?, e engana mesmo; pois tem um porte de 600cc....
Motor tem uma aceleração suave e constante, pois possui pouco torque, mas ele gosta de giro, vira até 11.500Rpm quando o limitador entra em ação. A relação do cambio, muito bem escalonada é ideal para moto, com engates precisos.
Fato que muitos não comentam e eu vou relatar, mesmo tirando tudo do motor, em trabalhos extremos ele ficou sequinho, sem ter aquelas suadas nas partes perto das juntas onde acumula poeira devido a um pequeno vazamento, o motor nem parecia que tinha andado no limite por muito tempo, isso não aconteceu nos teste com a CB300 e nem com a Fazer250 que mostraram partes suadas do motor; mais um ponto muito positivo para Comet GT250.
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Desde o acidente, Zanardi tem demonstrado que sua deficiência não serve de justificação para não se procurar e alcançar os sonhos de cada um, servindo como inspiração para muitas pessoas.
O preço base da motocicleta na Índia será de 42 000 rupias — equivalente a R$ 1 500 (cotação do dia). Vale lembrar que o valor está muito abaixo dos verificados nas motos de entrada no Brasil, acima dos R$ 5 000. 













Além disso, o sistema permite à passagem de óleo do freio através do cubo da roda, e conta com várias configurações e números de pinças.
- Melhor desempenho e uma melhor "qualidade" de frenagem
"Sinceramente não vejo tanta vantagem assim, mas quem deseja instalar sistema diferente em sua moto, ele já está a venda, acesse site do fabricante 
O dia começa com exercícios de frenagem para “sentir” as motos, depois vem o slalom e dormentes até chegar o momento de encarar obstáculos naturais, como travessias de riachos e valetas. Além disso, o motociclistas aceleram sobre brita e depois areia e recebem dicas bem utéis como, por exemplo, levantar uma moto sozinho. “Cada um destes exercícios é muito importante e, juntos, formam uma situação real”, acrescenta Fernandes. Vale lembrar que também existe a versão on-road do Rider Training, com lições destinadas ao asfalto.
“É impressionante como, durante o dia, consegui evoluir muito em minha pilotagem off-road. Participei do treinamento com uma R 1200 GS e, devido ao seu tamanho e peso, pode-se duvidar de seu desempenho em algumas situações na terra. Entretanto, ao passo que você ganha confiança, você “esquece” que está em uma moto de 229 kg. Recomendo a todos os motociclistas, com certeza, sairá do curso com muito mais técnica” — Rafael Miotto, repórter do MOTOCICLISMO Online.

Segundo a fabricante "WARM UP", seu modelo de nome complicado para agente - Asphaltfighters Stormbringer - atinge velocidade máxima de 320Km/h com 220hp, tendo pico de potência dos incríveis 280hp utilizando o botão do Boost.
Dados impressionantes: Moto atinge os 100 km/h em 2,9 segundos, 200 km/h em 6,5 segundos, e ultrapassa a marca dos 300 km/h em 13,9 segundos utilizando a função boost do motor, que eleva a potência máxima até aos 280 cv (poucos segundos de utilização), e que por questões de tração, não pode ser ativado abaixo dos 180 km/h.
Detalhe interessante: Para melhorar a aerodinâmica do modelo, foi retirado os retrovisores convencionais e substituído por câmeras, com vidor em LCD no tanque da motoca.









A última pista montada pela equipe, mais que difícil, era quase inviável de ser percorrida sem faltas. O slalom ficou ainda mais apertado, de forma que posicionar a moto para a próxima curva exigia manobras que mais pareciam malabarismos. Prova disso é que ao demonstrar o percurso para os finalistas o piloto de testes Leandro Mello teve de se levantar da moto e pendular com o corpo de tal maneira que foi aplaudido pelo público do Salão, que assistia às provas. Com narração do locutor oficial, Chicão Marques, e sob olhares apreensivos do público, Paulo Ricardo foi o primeiro a sair com a moto. Deixou os jurados boquiabertos ao não cometer faltas e foi ovacionado pelo público.

Das diversas características do propulsor apresentadas pelo construtor, destaca-se a existência de um volante de motor leve, para melhorar o regime de subida de rotação e as passagens de caixa, três veios de equilíbrio para redução das vibrações, um duplo veio de cames por cada cilindro, acionados, os da admissão por uma correia auto-ajustável.As sedes de válvula provêm de um desenho desenvolvido pela Fórmula 1.
Freios:O sistema Buell ZTL2 ™ (Zero Torsional Load) apresentado no freio dianteiro, foi desenvolvido para a Buell XBRR (a moto de competição da marca) e utiliza uma pinça de oito pistões tendo como grande vantagem a dissipação do calor e uma maior homogeneidade na aplicação da pressão das pastilhas quando apertam o grande disco de 375 mm que é fixado diretamente na roda. 