terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Suzuki B-King chega ao Brail

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A revolucionária GSX1300 B-King da Suzuki é agora uma produção nacional da J Toledo Suzuki Motos do Brasil para todos os apaixonados por motos. Assim, ocorreu uma diminuição no valor final desta poderosa máquina, tornando o sonho de tê-la mais próximo de ser realidade.

Apresentada ao público pela primeira vez como moto-conceito, a B-King é tão surpreendente e singular que estabeleceu uma revolução de estilo no Salão das Duas Rodas de Tóquio em 2001. Seis anos depois, o conceito tornou-se realidade.
Com design inovador, cada vez que um cliente olha para a B-King, tem o prazer de uma nova descoberta. Cada um de seus componentes foi projetado com a intenção de oferecer algo novo e interessante.
Suas peças foram desenhadas com a incorporação de um motivo comum para formar uma imagem integrada ao final. O motivo selecionado foi o pentágono, elegido pelos criadores da Suzuki para representar os conceitos “forte e poderoso” e “avançado e inovador”. O motivo do pentágono concebe os fatores principais da B-King comercial: a imagem poderosa do modelo de exposição original desta máquina e os avanços tecnológicos que se incorporaram a ela nos seis anos transcorridos desde o Salão de Tóquio.

O pentágono também pode se juntar a um quadrilátero e um triângulo. Nesta moto o quadrilátero simboliza “força e estabilidade” e o triângulo simboliza uma imagem “avançada e refinada”.

A B-King lançada como modelo comercial é sem dúvida idêntica a moto-conceito exposta no salão de Tóquio. Uma vez que sua imagem reporta fielmente uma imagem atrevida, nova e robusta do modelo exposto, o design desta moto reflete a evolução dos conceitos de desenho e tecnologia da Suzuki.

A Suzuki testou a B-King nas auto-estradas alemãs para aperfeiçoar seu motor e a pilotou em sinuosas estradas do sul da França para afinar a dirigibilidade. Mas você não precisa falar uma língua estrangeira para saber o que isso significa: poder e desempenho.

O motor imponente da B-King, com 1340 cc, quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC e injeção eletrônica de combustível, foi desenvolvido com a mais alta tecnologia da Suzuki e com a mesma excelência da linha “GSX-R”, já consagrada nas pistas de corrida.

Esta máquina apresenta transmissão de seis marchas e um Limitador de Retorno de Torque Suzuki (SCAS), operado hidraulicamente. O SCAS reduz a quantidade de força necessária no manete para acionar a embreagem e suaviza os trancos nas reduções de marcha, contribuindo para o aumento do conforto e segurança do piloto.

Independentemente do estilo de pilotagem, a B-King impressiona. A GSX1300 B-King conta com um sistema digital de seleção de modo de pilotagem (S-DMS – Suzuki Drive Mode Selector), que permite ao piloto selecionar o modo de pilotagem de acordo com sua preferência ou sua necessidade. O modo “A” fornece uma resposta rápida a aceleração e máxima potência do motor, enquanto o modo “B” fornece uma resposta mais suave a aceleração e reduz a potência do motor, ideal para pilotagem em pistas sinuosas ou dias chuvosos.

O Módulo de Controle do Motor (ECM) provido de um poderoso computador de 32 bits e 1024 KB de memória, controla o Sistema de Dupla Válvula de Borboleta Suzuki (SDTV - Suzuki Dual Throttle Valve). Esse sistema proporciona um melhor desempenho, para que se obtenha máxima eficiência na combustão, resposta à aceleração além da diminuição no consumo de combustível.

Um radiador de formato curvado de grande capacidade é acompanhado de duas ventoinhas elétricas de 160 mm, garantindo um controle preciso da temperatura de funcionamento do motor.

A B-King, assim como toda a linha de motocicletas Suzuki, conta com um sistema de Injeção de Ar na Saída de Escape (PAIR – Pulsed Secondary Air Injection), controlado pelo ECM. Este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados. Além disso, a B-King possui um catalisador de grande capacidade no sistema de exaustão, juntamente com um sensor do oxigênio. Esses sistemas reduzem as emissões de poluentes ao meio ambiente. Devido a essas tecnologias, a B-King atende ao padrão EURO 3/ PROMOT 3.

Sua suspensão dianteira KYB de alta qualidade tem garfos invertidos com modernos ajustes de pré-carga da mola, força de retorno e compressão. A suspensão traseira KYB é igualmente ajustável e trabalha com uma balança articulada tipo link.

O eficiente sistema de freio foi concebido exclusivamente para esta moto. Nele, o motivo do pentágono é sutil, visto apenas por certo ângulo. O freio dianteiro tem pinças Nissin montadas radialmente com quatro pistões opostos. Um cilindro mestre radial melhora a sensibilidade do piloto no acionamento do manete de freio. Os dois discos flutuantes do freio dianteiro medem 310 mm de diâmetro e 5,5 mm de espessura. A pinça deslizante de pistão único do freio traseiro opera sobre um disco de 260 mm.



Um painel especialmente projetado e construído no módulo do farol é centrado em torno de um tacômetro analógico com um visor LCD à direita. Este tem velocímetro, indicador da marcha engatada, relógio, hodômetro total, hodômetros parciais, intervalos de manutenção, tempo de pilotagem, velocidade média, nível de combustível, temperatura do motor e o modo de Seleção de Pilotagem S-DMS. Além disso, possui indicadores de seta, injeção eletrônica, temperatura do líquido de arrefecimento, pressão de óleo, neutro e uso do farol alto.

O piloto poderia passar horas apreciando os refinados detalhes da B-King. O suporte das pedaleiras com formato suave, interruptor de ignição montado no tanque, pintura cromada e a textura de cada peça são alguns dos muitos detalhes com excelente acabamento.

A GSX1300 B-King nacional está disponível nas cores preta e cinza a R$ 52.900,00 base SP dez2009.

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Yamaha XVS 950 Midnight Star é eleita a moto Custom pela Abiauto

-----------------------------------------------------------------------------A nova Yamaha XVS 950 Midnight Star foi eleita a motocicleta Custom de 2009 pela Associação Brasileira da Imprensa Automotiva (Abiauto).

No total, jornalistas especializados de 16 veículos de imprensa elegeram a nova Yamaha XVS 950 Midnight Star como a melhor motocicleta do ano, na categoria Custom.Desde o seu lançamento foram comercializadas mais de 800 unidades da Midnight, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).

Recentemente a nova Yamaha XVS 950 Midnight Star também conquistou o título de Moto do Ano 2009, na categoria Big Custom. O prêmio é organizada pela revista Duas Rodas, da Sisal Editora, e conta com a votação de um júri formado por um leitor e jornalistas.

Entre as inúmeras características marcantes da nova XVS 950 Midnight Star, vale destacar o seu conforto, aliado a força do motor de projeto atual de 942 cc, OHC, V-2, refrigerado a ar de alto torque, acomodado em um chassi de excelente ciclística.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Moto Morini fecha as suas portas

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Depois da francesa Scorpa falir, da americana Buell anunciar que deixaria de fabricar motos de rua, da Honda fechar a sua unidade fabril na Espanha e a Yamaha deixar de produzir na Itália, tudo leva a crer que a Moto Morini é mais uma fabricante de motocicletas que não resiste à crise econômica.

De acordo com a imprensa especializada local, nesta terça-feira, 8 de dezembro, a marca italiana parou de produzir motocicletas e fechou as portas de sua fábrica. Aempresa, fundada em 1937, entrou em concordata há cerca de dois meses, e, desde então, especulava-se que teria pouco tempo de vida antes de fechar definitivamente.
A apresentação do modelo Granferro 1200 no EICMA (Salão de Milão), poucas semanas atrás, esfriou os boatos em torno da falência da marca, mas, aparentemente, não houve tempo dessa bela maxitrail mostrar resultados. Vamos torcer que, a exemplo do que ocorreu com outras marcas, algum investidor assuma o controle da empresa e não permita que esta tradicional marca fique apenas na história do motociclismo mundial.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Fotos da semana

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Sistema revolucionário de Freio

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A empresa italiana Brakko inventou um novo sistema de freios, onde o disco é fixado diretamente no aro e não no cubo.
O sistema é diferente do tradicional, onde a potência de frenagem aplicado no disco, diretamente ao aro/pneu, e depois encaminhada para o cubo.Além disso, o sistema permite à passagem de óleo do freio através do cubo da roda, e conta com várias configurações e números de pinças.

Vantagens dinâmicas:Segundo fabricante, durante o teste dinâmico do sistema, há a possibilidade de confirmar imediatamente o grande número de vantagens do sistema:- Melhor desempenho e uma melhor "qualidade" de frenagem
- Baixo peso total do sistema de roda, com vantagens tanto estáticas (peso mais baixo) e dinâmica (menor efeito giroscópico) - Baixa o estresse térmico do sistema de freio. Prova prática precisas mostraram que o fluxo de ar gerado pelos movimentos da moto "abraço" ao volante e perto do aro, exatamente onde o disco a ser resfriado fica!
- O sistema oferece também a vantagem importante de um arrefecimento uniforme de ambos os lados do disco, diminuindo o stress térmico que vêm da temperatura diferente entre os dois lados do sistema tradicional: mais uma vez a simetria do sistema mostrou suas vantagens.


Para os interessados na técnica, vamos dizer que CWB representam a plena realização do conceito de frenagem radial, muito popular nos últimos anos.

Falando sobre o peso do sistema CWB oferecer uma vantagem considerável em relação ao sistema tradicional. O único disco pode ser moldado de acordo com o peso da moto e do desempenho ideal.

"Sinceramente não vejo tanta vantagem assim, mas quem deseja instalar sistema diferente em sua moto, ele já está a venda, acesse site do fabricante http://www.brakko.eu/ "
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FIM poderá retornar com motores de 1.000 cc para a MotoGP

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Em 2007, a diminuição dos motores de 1.000 cc para 800 cc na categoria máxima do motociclismo aconteceu para que houvesse redução de custos e a diminuição de velocidade nas curvas. No entanto, as mudanças falharam e Vito Ippolito, presidente de conselho da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) afirmou que as motos de 1.000 cc são a melhor opção para o MotoGP e diz que não haverá conflitos com a Superbike.

O detentor dos direitos comerciais da MotoGP, Carmelo Ezpeleta, já havia confirmado a introdução das motos de 1.000 cc até 2012. Entretanto a decisão poderá ser antecipada por interesse das montadoras. “As montadoras presentes na MotoGP querem motores com 1.00 cc, então este é o caminho. A estratégias das 800 cc não funcionou porque a potência é mais ou menos a mesma, mas a velocidade nas curvas aumentou, além dos custos.”

BMW promove curso para motociclistas

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Rider Training off-road da marca alemã ensina a encarar desafios na terra

Utilizando as mesmas técnicas presentes na Alemanha, a BMW realiza no Brasil seu tradicional Rider Training off-road. Este treinamento, destinado a todos os motociclistas com habilitação — não somente proprietários de motos da marca —, proporciona lições indispensáveis para qualquer aventureiro que queira enfrentar deslocamentos na terra. O curso passa instruções pontuais que, colocadas em prática, tornam o motociclista apto a superar situações adversas.
“O BMW Rider Training é destinado a todos os níveis de motociclista, desde os mais experientes até os iniciantes. Este aprendizado traz mais confiança aos novatos e tira os vícios de quem tem mais bagagem”, explica Maurício Fernandes, coordenador do BMW Rider Training, que já competiu no Rally Dakar. A empresa bávara disponibiliza no Rider a sua linha de motos maxitrail e, gradativamente, os alunos vão passando por testes mais difíceis.O dia começa com exercícios de frenagem para “sentir” as motos, depois vem o slalom e dormentes até chegar o momento de encarar obstáculos naturais, como travessias de riachos e valetas. Além disso, o motociclistas aceleram sobre brita e depois areia e recebem dicas bem utéis como, por exemplo, levantar uma moto sozinho. “Cada um destes exercícios é muito importante e, juntos, formam uma situação real”, acrescenta Fernandes. Vale lembrar que também existe a versão on-road do Rider Training, com lições destinadas ao asfalto.

A equipe da MOTOCICLISMO/MOTO VERDE foi convidada pela BMW a participar no último sábado do Rider Training off-road e segue abaixo os depoimentos da opinião de cada um:

"Se você anda de moto e pode desembolsar os R$ 1 100 pedidos, faça o curso. Vale muito a pena — se pensarmos que um único tombo com a sua moto pode custar muito mais do que isso em peças, vemos que, na verdade, é até barato. Confiança em você e na motocicleta são, a meu ver, condições imprescindíveis para pilotar uma motocicleta com segurança... e essa é justamente a intenção deste curso. Posicionamento sob a moto, equilíbrio, frenagens, curvas, areia fofa, brita, valetas, travessia de rios, erosões, barrancos...enfim, aprendemos a encarar (e superar) todo tipo de obstáculo passível de encontrar no off-road.

É claro que a intenção não é formar pilotos de competição, mas pode apostar que da próxima vez que você encontrar um desvio precário pela terra ou um acesso com lama no meio da sua viagem, não será mais necessário dar meia volta. Vale lembrar que não é preciso ser cliente da marca e muito menos proprietário de uma maxitrail, qualquer pessoa habilitada pode se inscrever. Além do curso off-road, a marca alemã também realiza um on-road, realizado na pista de testes da Pirelli, em Sumaré, SP e custa R$ 1 000" — Gabriel Berardi, repórter - Motociclismo Magazine / Moto Verde.“É impressionante como, durante o dia, consegui evoluir muito em minha pilotagem off-road. Participei do treinamento com uma R 1200 GS e, devido ao seu tamanho e peso, pode-se duvidar de seu desempenho em algumas situações na terra. Entretanto, ao passo que você ganha confiança, você “esquece” que está em uma moto de 229 kg. Recomendo a todos os motociclistas, com certeza, sairá do curso com muito mais técnica” — Rafael Miotto, repórter do MOTOCICLISMO Online.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Super Motos!

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Moto Mais Rápido do Mundo - 280hp

-----------------------------------------------------------------------------Segundo a fabricante "WARM UP", seu modelo de nome complicado para agente - Asphaltfighters Stormbringer - atinge velocidade máxima de 320Km/h com 220hp, tendo pico de potência dos incríveis 280hp utilizando o botão do Boost.


Com design espetacular, em conjunto com equipamento revolucionário, são características nunca antes visto em uma motocicleta.
Esta moto de alta performance, é um conceito fabricado pela WARM UP, em uma divisão de alta performance, além do desempenho também possui um interior exclusivo, com soluções de design inovador e emocionante. Dados impressionantes: Moto atinge os 100 km/h em 2,9 segundos, 200 km/h em 6,5 segundos, e ultrapassa a marca dos 300 km/h em 13,9 segundos utilizando a função boost do motor, que eleva a potência máxima até aos 280 cv (poucos segundos de utilização), e que por questões de tração, não pode ser ativado abaixo dos 180 km/h.


O motor é um quatro cilindros em linha, fabricado pela Bikerbox, e foi envenenado por Sepp Buchner colocando novo cilindro, novo cabeçote, pistões forjados de alta performace, etc...Detalhe interessante: Para melhorar a aerodinâmica do modelo, foi retirado os retrovisores convencionais e substituído por câmeras, com vidor em LCD no tanque da motoca.
A moto esta a venda no valor aproximado de R$160.000,00 na Europa, quem quiser trazer para Brasil devera estar disposto a pagar aproximadamente R$310.000,00.

“Asphatfighters” significa algo como “combatentes do asfalto”, enquanto “Stormbringer” seria, em tradução livre, “portador da tempestade”; tanto o nome como sua tradução soam bem estranhos para nós brasileiros, mas é certo que o nome não vai ofuscar a máquina que anda a mais de 320 km/h.

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Nicolas Petit, jovem designer francês especializado em motos



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Nicolas Petit é um jovem designer francês que se especializou no desenho de motos. Mas não motos comuns, máquinas inovadoras e futuristas com conceitos de construção muito bem fundamentados.
Da pancheta dele saem muitas das motos que ilustram matérias de publicações em todo o mundo. Motos com visuais impactantes, de ciclistíca perfeita e que ganham prêmios por onde passam.
Para se ter ideia da capacidade criativa deste francês de apenas 25 anos, ele criou os dois últimos “frisons” do mercado de motos, as divulgadíssimas Harley-Davidson Trunk, uma moto ecologicamente correta, e a Kawasaki K-Concept. Hoje já é possível ver seu trabalho retratado nos portfólios de praticamente todas as grandes marcas: Honda, Yamaha, BMW, TDM, etc
Depois da prancheta, seus desenhos ganham um certo realismo com o software Alias 3D. Suas criações dificilmente não acabam virando realidade. Mesmo que muitas delas não passem de motos conceito, sempre há um modelo (mesmo que em escala) para ser apresentado e admirado em feiras e exposições, ou seja, ainda vamos ouvir falar muito nele.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Seppster 2 Ice Racer | Uma moto para andar na neve

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As motos já fazem parte da paisagem das cidades a tal ponto de não serem notadas na maioria das vezes. Porém, quando uma moto customizada passa, dificilmente alguém deixa de olhar.


Quem mora em São Paulo já começa a ver algumas dessas motos com uma certa frequência circulando pelas ruas principalmente às terças-feiras, dia de Ibira Moto Point. Frequento o evento e, de dois anos para cá, ando notando que o gosto pela customização definitivamente pegou por aqui.

Interlagos não fará parte do calendário da MotoGP em 2011

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Depois da notícia que o autódromo de Interlagos poderia fazer parte do calendário oficial em 2011 da MotoGP, chega a notícia que a Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e a Prefeitura de São Paulo, bem como os responsáveis pelo circuito de Interlagos, não conseguiram entrar em um acordo.

Roberto Seixas, administrador do autódromo José Carlos Pace, revelou que após várias simulações no circuito, os representantes da FIM propuseram mudanças consideráveis em Interlagos, que foram descartadas devido a seu alto custo inviabilizando o autódromo de sediar uma das etapas da categoria.

Uma área de escape maior, a eliminação de algumas arquibancadas e correr ao contrário, foram algumas das exigências que afastaram a possibilidade de vermos Valentino Rossi e companhia dando um show na pista paulistana.

Resta agora visitarmos Interlagos apenas para as provas nacionais de motociclismo e deixar para ver a MotoGP pela TV. Também dá para acompanhar as notícias da categoria pelo twitter oficial da MotoGP: @OfficialMotoGP

Mundial de Motovelocidade em Goiânia: Quem lembra?

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A MotoGP voltou a ser cogitada a ter uma etapa brasileira. A prova seria disputada em Interlagos em 2011, mas como bem disse o companheiro de Motorpasión, Alessandro Temperine, não houve acordo entre as partes.


Você acharia legal ter uma prova de motovelocidade no país? Pois é, o Brasil já sediou por algumas vezes uma etapa do mundial. A pista mais usada foi a de Jacarepaguá. Interlagos também já teve sua vez (92), mas você sabia que a precursora da categoria no país foi a pista de Goiânia?

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Melhor Motociclista do Brasil

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"NÃO CONSIGO ACREDITAR!"
Era o que dizia Paulo Ricardo Mutinelli, da pequena Porto Ferreira, no interior de São Paulo. Com os olhos marejados, ele acabara de receber a notícia de que conquistara o título de Melhor Motociclista do Brasil, anunciado nos alto-falantes do Pavilhão Anhembi pelo locutor oficial do Salão Duas Rodas.

Paulo Ricardo também seria o proprietário de uma das primeiras Ducati Hypermotard 1100 importadas para o Brasil. Eram quase 21 horas da noite de domingo, 11 de outubro, penúltimo dia do Salão Duas Rodas. Ele acabara de vencer 14 outros candidatos após mais de quatro horas de avaliações nas pistas montadas pela equipe da revista, na área externa do pavilhão.
A história de Paulo Ricardo começou em setembro, quando acessou o site de DUAS RODAS e respondeu corretamente as 20 perguntas sobre pilotagem com segurança, mecânica e a participação da equipe Ducati no mundial de MotoGP. A frase criada ao fim do questionário foi uma das 11 escolhidas pela comissão julgadora, entre as dos participantes que acertaram a todas as questões. Junto com amigos e o pai, ele veio a São Paulo em uma caravana para conhecer o Salão e participar da final do Melhor Motociclista do Brasil. Esperavam por ele outros 10 finalistas de sete estados brasileiros, também selecionados pela participação via site, e quatro finalistas selecionados nos dias anteriores, entre os visitantes do Salão. Eram 15 finalistas de origens, classes sociais e profissões tão diferentes quanto motoboy, guarda municipal e empresário.
A pista:
Os seis jurados da equipe de Duas Rodas avaliaram os candidatos ao título antes mesmo de montarem na moto. Com pranchetas na mão, eles concederam notas pela inspeção de funcionamento da moto (conjunto ótico, nível do óleo, tensão da corrente...), uso correto dos equipamen- tos de segurança, domínio da moto e ritmo de condução no percurso.

Encostar nos cones ou se apoiar colocando o pé no chão foram faltas consideradas graves. “Não estamos procurando o melhor piloto, mas o melhor motociclista, aquele que se sai melhor em situações cotidianas de uso da moto”, explicou Ricardo Dilser, da equipe de jurados de DUAS RODAS. “A Shell apóia o concurso justamente porque percebe a importância de propagarmos os princípios de uma condução segura e responsável”, completou Fernanda Andrade, gerente de marketing da Shell Lubrificantes, patrocinadora do prêmio. Os 15 finalistas escolheram, então, entre três opções de motos para usarem na prova: Honda CG 150 Titan Mix, Yamaha YBR 125 Factor e Dafra Speed 150. Um sorteio os dividiu em três grupos de cinco finalistas. O melhor avaliado de cada grupo participaria de uma última prova, em uma pista de maior dificuldade.
A primeira pista mesclou curvas fechadas, de 180°, com um labirinto em forma de slalom, que tinha menos de 1,5 metro de largura. Na primeira bateria de cinco finalistas, não houve dúvida: Claudio Amaral, que trabalha como motorista, demonstrou o melhor domínio da moto e foi o único que não precisou usar o pé para se apoiar. “Fazia dez anos que não pilotava uma moto de rua. Pratico motocross como hobby, o que me ajudou a manter o equilíbrio e o domínio da moto em uma pista tão travada”, disse, desafivelando o capacete. Foi automaticamente classificado para a última prova.Já a segunda bateria foi a mais disputada, ficou entre Ricardo Lima, Brasílio da Costa e nosso protagonista Paulo Ricardo. Nenhum deles cometeu uma falta grave. Ricardo, o mais experiente dos finalistas, é motociclista desde 1969, quando comprou uma cinqüentinha Yamaha YF5. Conduziu a moto de forma impecável, mas foi eliminado por ter partido com a viseira aberta, erro que corrigiu durante a volta.

O motoboy Brasílio e o funcionário da Prefeitura de Porto Ferreira Paulo Ricardo impressionaram os jurados, que se reuniram para decidir o desempate. “A diferença entre as avaliações foi que Brasílio não quis usar luvas, apenas o capacete e a jaqueta, enquanto Paulo Ricardo manteve um ritmo mais lento para cumprir a prova, sem erros”, contou Ricardo Dilser, da equipe de jurados. “Optamos por classificar o Paulo, usando como critério a segurança na condução: o ritmo não atrapalharia na rua, mas a ausência de luvas sem dúvida comprometeria a segurança.” O trio da prova final foi fechado com o empresário Eduardo Mammini.A última pista montada pela equipe, mais que difícil, era quase inviável de ser percorrida sem faltas. O slalom ficou ainda mais apertado, de forma que posicionar a moto para a próxima curva exigia manobras que mais pareciam malabarismos. Prova disso é que ao demonstrar o percurso para os finalistas o piloto de testes Leandro Mello teve de se levantar da moto e pendular com o corpo de tal maneira que foi aplaudido pelo público do Salão, que assistia às provas. Com narração do locutor oficial, Chicão Marques, e sob olhares apreensivos do público, Paulo Ricardo foi o primeiro a sair com a moto. Deixou os jurados boquiabertos ao não cometer faltas e foi ovacionado pelo público.

Claudio, ainda na primeira volta, tocou sutilmente em um cone. Não recorreu ao pé e provou que merecia estar naquela final, mas o toque bastou para o desempate. O Melhor Motociclista do Brasil foi anunciado com lágrimas do ferreirense Paulo Ricardo, do pai e amigos, que subiam na grade para o abraçar. “Foi meu pai quem rabiscou o asfalto, usou baldes como cones e preparou uma pista para eu treinar”, contou o ganhador da Ducati.
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Réplica da KTM 1190 RC8 R Red Bull

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Essa KTM 1190 RC8 R Red Bull é uma réplica baseada na moto pilotada por Jeremy McWilliams e Stephan Nebel no Campeonato IDM Alemão de Superbike e se torna a moto mais potente já fabricada pela KTM.
Um kit especial de preparação, que conta com um sistema de escapamento EVO4 Akrapovic, aumentou a potência do motor para 180hp. Porém, esse upgrade trouxe um problema aos seus futuros proprietários, a moto não é homologada para ser usada nas ruas, apenas em pistas.

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Teste: Buell 1125R

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Designada pelo fabricante como uma Superbike de alta performance, está destinada ao confronto, sobretudo, com as grandes bicilíndricas, nomeadamente a Ducati 1098 e a Aprilia Mille, mas também não foge a comparações com o resto das super-desportivas da atualidade.Com 146cv às 9800rpm e 11,5kgm de binário aplicados num conjunto que pesa “apenas” 170kg, será que esta máquina vai realizar o sonho de Erick Buell de construir a melhor esportiva do mundo?

Motor.

O novo motor “Helicon”, bicilíndrico em V a 72º com 1125 cc, arrefecido a liquido, foi desenvolvido em parceria com a BRP-Rotax (que desenvolveu o bicilíndrico da Aprilia) e pretendia sobretudo aliar a capacidade de desempenho com a ciclística, tendo-se tornado o responsável por garantir que 54% do peso da moto seja aplicado na roda dianteira.Das diversas características do propulsor apresentadas pelo construtor, destaca-se a existência de um volante de motor leve, para melhorar o regime de subida de rotação e as passagens de caixa, três veios de equilíbrio para redução das vibrações, um duplo veio de cames por cada cilindro, acionados, os da admissão por uma correia auto-ajustável.As sedes de válvula provêm de um desenho desenvolvido pela Fórmula 1.

A lubrificação por carter seco reduz as percas por atrito e turbulência interna. Um depósito de óleo integrado está colocado do lado inferior esquerdo do carter de modo a manter baixo o centro de gravidade, e a manter o motor compacto. O motor apresenta-se como um elemento estruturante da ciclística sendo que até inclui nele o suporte do braço oscilante.A injeção eletrônica DDFI3 proporciona um perfeito controle da mistura de combustível, que se traduz numa entrega de potência mais suave e num menor consumo. Corpos de carburação de 61mm garantem um perfeito fluxo de admissão.

O sistema de “Ram-Air” proporciona um ganho de 5% de eficácia, recolhendo o ar por entre a forquilha na parte inferior da carenagem, para uma caixa com 12 litros de capacidade que acomoda um grande filtro de ar que proporciona mais facilidade de manutenção.

Os radiadores duplos, instalados longitudinalmente um de cada lado, e cujas entradas de ar constituem um dos elementos mais característicos desta moto, foram desenvolvidos a partir de estudos de aerodinâmica, que rentabilizam a sua função a qualquer velocidade, promovendo também um desvio da saída do ar quente para longe do piloto. A sua localização também contribui para o formato compacto do motor e o baixo centro de gravidade.

O sistema de escape da HELMHOTZ apresenta um enorme silenciador montado por baixo do motor (também com vista a manter baixo o centro de gravidade) e foi concebido para otimizar uma entrega linear de potência em todos os regimes, mantendo bastante baixos os níveis de ruído e descartando em consequência os custos em peso e complexidade dos normais sistemas de escape. Duas ponteiras em aço inox escovado dão um acabamento final ao conjunto que se apresenta muito interessante ao mesmo tempo que também são responsáveis pela diminuição do ruído.Embreagem e transmissão.A embreagem dispõe do sistema HVA (Hydraulic Vacuum Assist) para tornar a manete mais “leve” e tem um sistema de deslizamento, tornando a manobra de redução muito mais eficaz. A caixa é de seis velocidades. Uma correia de transmissão em borracha da Goodyear (Hybrex) pesa apenas 480g e proporciona limpeza, baixo nível de ruído e uma grande resistência.Freios:O sistema Buell ZTL2 ™ (Zero Torsional Load) apresentado no freio dianteiro, foi desenvolvido para a Buell XBRR (a moto de competição da marca) e utiliza uma pinça de oito pistões tendo como grande vantagem a dissipação do calor e uma maior homogeneidade na aplicação da pressão das pastilhas quando apertam o grande disco de 375 mm que é fixado diretamente na roda.

Este sistema, permite além de suavizar a freada e transmitir mais confiança ao piloto, diminuir o peso e desviar a carga torsional originada pela frenagem diretamente para a roda, pelo que as vibrações normalmente produzidas são virtualmente eliminadas. Assim o peso da roda pode ser também ele diminuído, contribuindo para uma menor inércia da direção.

O freio traseiro é composto por um disco de 240 mm de diâmetro e uma pinça de dois pistões montada diretamente na parte interior do braço oscilante, ficando escondida e poupando assim 680g de peso face ás soluções convencionais.

Suspensões:A começar pelo quadro BUELL IRC (Intuitive Response Chassis) que é o mais rígido alguma vez produzido pela marca, ajudado nessa tarefa pelo motor, como já foi dito, este tem a particularidade de incorporar canais aerodinâmicos que forçam o ar quente a sair da parte de trás do motor, otimizando assim o arrefecimento. O quadro comporta ainda um reservatório de combustível que armazena metade da capacidade total.

O braço oscilante foi fixado diretamente no motor para permitir uma maior rigidez. Um conjunto de amortecedor e mola Showa com depósito externo, é fixado diretamente no quadro e no braço oscilante, sem alavancas e foi colocado desfazado do centro para permitir uma mais eficiente exaustão de calor do motor.

As forquilhas da suspensão dianteira colocadas com uma inclinação de 21º são produzidas pela Showa, completamente reguláveis, têm 47 mm de diâmetro, as bainhas são revestidas a titânio e estão colocadas em posição invertida.

A distância entre eixos é de 1384 mm.

Aerodinâmica:A carenagem foi desenvolvida em túnel de vento usando sistemas informáticos que permitiram a obtenção de uma carenagem e ecrã otimizados para permitirem proteção, silêncio e conforto ao piloto.

A zona frontal da carenagem incorpora um sistema de iluminação com seis lâmpadas que proporcionam uma iluminação muito boa da estrada. Os pisca-piscas em LED de alto brilho são incorporados nos espelhos retrovisores.

Posição de condução:Com uma posição de condução “atlética” mas relativamente confortável, as peseiras estão colocadas de forma a permitirem ângulos de inclinação em curva de aproximadamente 50 graus. Além dos instrumentos normais, a Buell 1125R ainda proporciona informação sobre o ângulo de inclinação em curva, a temperatura, tem cronômetro de volta e tempos parciais, indicador de consumo instantâneo, média de consumo, medidor de quilômetros em reserva de combustível e diagnóstico do motor.

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FIM anuncia Campeonato de Motos Elétricas para 2010

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O enorme sucesso que foi a prova do TTXGP na última edição das corridas na Ilha de Man, levou a que muitas pessoas passassem a olhar para as motos elétricas como o futuro da competição motorizada de duas rodas.

Partindo dessa base, a FIM – Federação Internacional de Motociclismo – colocou mãos à obra, e já anunciou a criação de uma nova competição com início em 2010, destinada a motos elétricas, o que, de acordo com os responsáveis, levará a um desenvolvimento de nível internacional de plataformas para motos elétricas e toda a tecnologia em que estas são baseadas.

O Presidente da FIM, Vito Ippolito, é o primeiro a dar as boas vindas a esta nova competição pois “ o futuro do esporte depende da nossa capacidade, assim como dos construtores, de inovar rapidamente.

Outra pessoa que se encontra extremamente satisfeita com esta decisão da FIM, é Azhar Hussain, o fundador e principal mentor do TTXGP. O empresário inglês, acredita que “devido ao sucesso do TTXGP na Ilha de Man, mostramos que a tecnologia de emissões não poluentes, está pronta para oferecer os mesmo níveis de emoção e paixão, tanto a espectadores como aos pilotos. Convidamos os melhores e mais brilhantes do mundo a juntarem-se a nós nesta competição global, que será o começo da próxima geração do esporte motorizado.”


Calendário provisório conta com quatro provas:- 18 de Abril – Le Mans (corrida de abertura das 24 Horas de Le Mans) – França - data a confirmar – Albacete (corrida de abertura das 8 Horas de Albacete) – Espanha - 12 de Setembro – Magny-Cours (corrida de abertura do Bol d’Or) – França - 14 de Novembro – Doha (corrida de abertura das 8 Horas de Doha) – Qatar

Todos os pilotos, equipes, organizadores e federações nacionais que pretendam mais informações sobre o E-Power International Championship, podem contatar Paul Duparc através do e-mail paul.duparc@fim.ch ou Alex Goldenberg através do e-mail alex.goldenberg@fim.ch

Salão Milão 2009: Kawasaki Z1000 e 1400 GTR

------------------------------------------------------------------------------A Kawa apresentou em Milão novidades para cada categoria. Destaque para nova Z1000, uma streetfighter intransigente projetado para os motociclistas esporte autêntico. O 1043cc de quatro cilindros em linha fornece muita potência, mesmo em medias velocidades, enquanto o quadro de alumínio favorece um estilo de condução ainda mais maleável e agressiva.

Destaque também para a nova GTR 1400, que visa estabelecer uma nova referência para o GT de alta performance graças ao motor 1343cc de quatro cilindros em linha (200cv) e eletrônica que fornece novas reações imediatas e maior sensação de segurança.Não devemos esquecer também KLX 125 e Tracker D-125, que representa a entrada de Kawasaki 125cc no mercado Italiano, embora destinado para catalisar a atenção dos fãs, como sempre, a lendária Ninja, o projeto revisto, a nova versão ZX-10R.

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Teste Honda CB300 com ABS - 2010

------------------------------------------------------------------------------ Como funciona Combined ABS?
O sistema reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) que evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo em situações de emergência e permitindo manter seu controle direcional e do CBS (Combined Brake System), que distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira, aumentando a eficiência e evitando o mergulho da suspensão dianteira e a perda de aderência do pneu traseiro.Nos testes se mostrou muito eficiente, comecei a 40Km/h numa pista de asfalto com areia, claro que pensei "ou funciona ou chão", e funcionou perfeito, alicatei somente o freio dianteiro com vontade e o sistema de freio cumpriu seu papel muito bem, nesta circunstância mantive a moto em linha reta, pois se tentasse desviar a trajetória iria para o chão com certeza.No chão de paralelepípedo molhado também fiz testes e funcionou muito bem. Em velocidades mais elevadas como á 130Km/h também testei e além de uma potência de freada muito potente (isso chamou minha atenção) manteve a moto bem equilibrada, dando chance a fazer desvios de emergência.
A CB300 e XRE300 com ABS eu indicaria como as motos mais seguras de pilotagem para usuários que queiram comprar a primeira moto ou até inexperientes.Logo de cara a opinião é unânime, essa moto é linda, com design moderno e atual, parece uma mini Hornet, foi o que mais ouvi durante os testes.

Painel super moderno e atual, é integrante da esportividade da moto.Traz marcador de combustível, velocímetro digital, contagiros analógico, relógio, hodômetro total e parcial, luzes espia para os piscas, farol alto, neutro e ABS.

Farol com design moderno e agressivo é muito bom.Nos testes no plano a moto não passava de 140Km/h (no velocímetro), e em declive eu abaixado quase dentro do painel marcou 153Km/h (no velocímetro). Esperava pelo menos bater 160Km/h.
Velocidade cruzeiro é boa em estrada, da para ir direto de 120 á 130Km/h; até subindo a serra do litoral para São Paulo tranquilo a 120Km/h.
Na estrada andando com acelerador virado fez 24,3Km/l, na cidade 23Km/l.

Cambio como em todas motos Honda é macio e preciso, se fosse dar nota seria "nota 10".

Mesmo com 5 velocidades, o motor trabalha muito bem e não precisa da 6° marcha, comprovamos no dinamômetro quando a moto chegou a 165Km/h cortando no limitador.
Suspensão é calibrada esportivamente, acompanhando o estilo da moto. Isso se traduz num ótimo desempenho nas curvas, chegando a raspar a bota com facilidade. O que me chamou atenção foi a parte dianteira da moto, se mostrou muito pregada dando maior segurança para pilotagens mais esportivas em curvas de media velocidade. Senti falta da regulagem da pressão da mola do amortecedor trazeiro.

Conforto, nesse quesito deixa um pouco a desejar em viagens.Banco poderia ser mais macio e mais largo, pelo menos dianteiro. Na cidade é muito boa. Gostei da posição e altura do guidão.
A posição de pilotagem é gostosa onde você veste a moto com perfeição em todas as circunstâncias.
Gostaria de chamar atenção em um ponto que notei e gostaria de relatar: pilotando a moto no trânsito caótico de São Paulo (congestionamento) notei quando iria costurar com transito parado (ZIG ZAG) a ponteira de escapamento tocava no pára-choque dos carros, isso aconteceu algumas vezes, que me levou a analisar este item. E cheguei a conclusão que a ponteira fica muito para fora da linha das pedaleiras, talvez a Honda deveria pensar em mudar desenho para uma forma oval por exemplo.

Conclusão:

- Motor bom, mas vibra um pouco (isso não é um item para levar em conta neste caso);
- Corrente barulhenta;
- Design moderno e de muito bom gosto;
- Consumo bom;- Cambio é preciso e macio;
- Suspensão pouco dura, mas muito eficiente especialmente em pilotagens esportivas;
- Conforto: na cidade boa, mas em viagens deixa pouco a desejar;
- Freios excelentes, o ABS é perfeito para o modelo e muito potente;
- Farol muito bom, cumpre seu papel muito bem. A CB300 com ABS é excelente moto, com materiais de ótima qualidade, super segura com o sistema ABS de freio, maleável no transito, muito fácil de pilotar, para quem deseja uma moto moderna na categoria, esta é a moto; para primeira moto é perfeita ou usar no dia a dia.

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