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Em 2007, a diminuição dos motores de 1.000 cc para 800 cc na categoria máxima do motociclismo aconteceu para que houvesse redução de custos e a diminuição de velocidade nas curvas. No entanto, as mudanças falharam e Vito Ippolito, presidente de conselho da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) afirmou que as motos de 1.000 cc são a melhor opção para o MotoGP e diz que não haverá conflitos com a Superbike.
O detentor dos direitos comerciais da
MotoGP, Carmelo
Ezpeleta, já havia confirmado a introdução das motos de 1.000
cc até 2012. Entretanto a decisão poderá ser antecipada por interesse das montadoras. “As montadoras presentes na
MotoGP querem motores com 1.00
cc, então este é o caminho. A estratégias das 800
cc não funcionou porque a potência é mais ou menos a mesma, mas a velocidade nas curvas aumentou, além dos custos.”