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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Réplica da KTM 1190 RC8 R Red Bull

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Essa KTM 1190 RC8 R Red Bull é uma réplica baseada na moto pilotada por Jeremy McWilliams e Stephan Nebel no Campeonato IDM Alemão de Superbike e se torna a moto mais potente já fabricada pela KTM.
Um kit especial de preparação, que conta com um sistema de escapamento EVO4 Akrapovic, aumentou a potência do motor para 180hp. Porém, esse upgrade trouxe um problema aos seus futuros proprietários, a moto não é homologada para ser usada nas ruas, apenas em pistas.

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Teste: Buell 1125R

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Designada pelo fabricante como uma Superbike de alta performance, está destinada ao confronto, sobretudo, com as grandes bicilíndricas, nomeadamente a Ducati 1098 e a Aprilia Mille, mas também não foge a comparações com o resto das super-desportivas da atualidade.Com 146cv às 9800rpm e 11,5kgm de binário aplicados num conjunto que pesa “apenas” 170kg, será que esta máquina vai realizar o sonho de Erick Buell de construir a melhor esportiva do mundo?

Motor.

O novo motor “Helicon”, bicilíndrico em V a 72º com 1125 cc, arrefecido a liquido, foi desenvolvido em parceria com a BRP-Rotax (que desenvolveu o bicilíndrico da Aprilia) e pretendia sobretudo aliar a capacidade de desempenho com a ciclística, tendo-se tornado o responsável por garantir que 54% do peso da moto seja aplicado na roda dianteira.Das diversas características do propulsor apresentadas pelo construtor, destaca-se a existência de um volante de motor leve, para melhorar o regime de subida de rotação e as passagens de caixa, três veios de equilíbrio para redução das vibrações, um duplo veio de cames por cada cilindro, acionados, os da admissão por uma correia auto-ajustável.As sedes de válvula provêm de um desenho desenvolvido pela Fórmula 1.

A lubrificação por carter seco reduz as percas por atrito e turbulência interna. Um depósito de óleo integrado está colocado do lado inferior esquerdo do carter de modo a manter baixo o centro de gravidade, e a manter o motor compacto. O motor apresenta-se como um elemento estruturante da ciclística sendo que até inclui nele o suporte do braço oscilante.A injeção eletrônica DDFI3 proporciona um perfeito controle da mistura de combustível, que se traduz numa entrega de potência mais suave e num menor consumo. Corpos de carburação de 61mm garantem um perfeito fluxo de admissão.

O sistema de “Ram-Air” proporciona um ganho de 5% de eficácia, recolhendo o ar por entre a forquilha na parte inferior da carenagem, para uma caixa com 12 litros de capacidade que acomoda um grande filtro de ar que proporciona mais facilidade de manutenção.

Os radiadores duplos, instalados longitudinalmente um de cada lado, e cujas entradas de ar constituem um dos elementos mais característicos desta moto, foram desenvolvidos a partir de estudos de aerodinâmica, que rentabilizam a sua função a qualquer velocidade, promovendo também um desvio da saída do ar quente para longe do piloto. A sua localização também contribui para o formato compacto do motor e o baixo centro de gravidade.

O sistema de escape da HELMHOTZ apresenta um enorme silenciador montado por baixo do motor (também com vista a manter baixo o centro de gravidade) e foi concebido para otimizar uma entrega linear de potência em todos os regimes, mantendo bastante baixos os níveis de ruído e descartando em consequência os custos em peso e complexidade dos normais sistemas de escape. Duas ponteiras em aço inox escovado dão um acabamento final ao conjunto que se apresenta muito interessante ao mesmo tempo que também são responsáveis pela diminuição do ruído.Embreagem e transmissão.A embreagem dispõe do sistema HVA (Hydraulic Vacuum Assist) para tornar a manete mais “leve” e tem um sistema de deslizamento, tornando a manobra de redução muito mais eficaz. A caixa é de seis velocidades. Uma correia de transmissão em borracha da Goodyear (Hybrex) pesa apenas 480g e proporciona limpeza, baixo nível de ruído e uma grande resistência.Freios:O sistema Buell ZTL2 ™ (Zero Torsional Load) apresentado no freio dianteiro, foi desenvolvido para a Buell XBRR (a moto de competição da marca) e utiliza uma pinça de oito pistões tendo como grande vantagem a dissipação do calor e uma maior homogeneidade na aplicação da pressão das pastilhas quando apertam o grande disco de 375 mm que é fixado diretamente na roda.

Este sistema, permite além de suavizar a freada e transmitir mais confiança ao piloto, diminuir o peso e desviar a carga torsional originada pela frenagem diretamente para a roda, pelo que as vibrações normalmente produzidas são virtualmente eliminadas. Assim o peso da roda pode ser também ele diminuído, contribuindo para uma menor inércia da direção.

O freio traseiro é composto por um disco de 240 mm de diâmetro e uma pinça de dois pistões montada diretamente na parte interior do braço oscilante, ficando escondida e poupando assim 680g de peso face ás soluções convencionais.

Suspensões:A começar pelo quadro BUELL IRC (Intuitive Response Chassis) que é o mais rígido alguma vez produzido pela marca, ajudado nessa tarefa pelo motor, como já foi dito, este tem a particularidade de incorporar canais aerodinâmicos que forçam o ar quente a sair da parte de trás do motor, otimizando assim o arrefecimento. O quadro comporta ainda um reservatório de combustível que armazena metade da capacidade total.

O braço oscilante foi fixado diretamente no motor para permitir uma maior rigidez. Um conjunto de amortecedor e mola Showa com depósito externo, é fixado diretamente no quadro e no braço oscilante, sem alavancas e foi colocado desfazado do centro para permitir uma mais eficiente exaustão de calor do motor.

As forquilhas da suspensão dianteira colocadas com uma inclinação de 21º são produzidas pela Showa, completamente reguláveis, têm 47 mm de diâmetro, as bainhas são revestidas a titânio e estão colocadas em posição invertida.

A distância entre eixos é de 1384 mm.

Aerodinâmica:A carenagem foi desenvolvida em túnel de vento usando sistemas informáticos que permitiram a obtenção de uma carenagem e ecrã otimizados para permitirem proteção, silêncio e conforto ao piloto.

A zona frontal da carenagem incorpora um sistema de iluminação com seis lâmpadas que proporcionam uma iluminação muito boa da estrada. Os pisca-piscas em LED de alto brilho são incorporados nos espelhos retrovisores.

Posição de condução:Com uma posição de condução “atlética” mas relativamente confortável, as peseiras estão colocadas de forma a permitirem ângulos de inclinação em curva de aproximadamente 50 graus. Além dos instrumentos normais, a Buell 1125R ainda proporciona informação sobre o ângulo de inclinação em curva, a temperatura, tem cronômetro de volta e tempos parciais, indicador de consumo instantâneo, média de consumo, medidor de quilômetros em reserva de combustível e diagnóstico do motor.

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Salão Milão 2009: Kawasaki Z1000 e 1400 GTR

------------------------------------------------------------------------------A Kawa apresentou em Milão novidades para cada categoria. Destaque para nova Z1000, uma streetfighter intransigente projetado para os motociclistas esporte autêntico. O 1043cc de quatro cilindros em linha fornece muita potência, mesmo em medias velocidades, enquanto o quadro de alumínio favorece um estilo de condução ainda mais maleável e agressiva.

Destaque também para a nova GTR 1400, que visa estabelecer uma nova referência para o GT de alta performance graças ao motor 1343cc de quatro cilindros em linha (200cv) e eletrônica que fornece novas reações imediatas e maior sensação de segurança.Não devemos esquecer também KLX 125 e Tracker D-125, que representa a entrada de Kawasaki 125cc no mercado Italiano, embora destinado para catalisar a atenção dos fãs, como sempre, a lendária Ninja, o projeto revisto, a nova versão ZX-10R.

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Teste Honda CB300 com ABS - 2010

------------------------------------------------------------------------------ Como funciona Combined ABS?
O sistema reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) que evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo em situações de emergência e permitindo manter seu controle direcional e do CBS (Combined Brake System), que distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira, aumentando a eficiência e evitando o mergulho da suspensão dianteira e a perda de aderência do pneu traseiro.Nos testes se mostrou muito eficiente, comecei a 40Km/h numa pista de asfalto com areia, claro que pensei "ou funciona ou chão", e funcionou perfeito, alicatei somente o freio dianteiro com vontade e o sistema de freio cumpriu seu papel muito bem, nesta circunstância mantive a moto em linha reta, pois se tentasse desviar a trajetória iria para o chão com certeza.No chão de paralelepípedo molhado também fiz testes e funcionou muito bem. Em velocidades mais elevadas como á 130Km/h também testei e além de uma potência de freada muito potente (isso chamou minha atenção) manteve a moto bem equilibrada, dando chance a fazer desvios de emergência.
A CB300 e XRE300 com ABS eu indicaria como as motos mais seguras de pilotagem para usuários que queiram comprar a primeira moto ou até inexperientes.Logo de cara a opinião é unânime, essa moto é linda, com design moderno e atual, parece uma mini Hornet, foi o que mais ouvi durante os testes.

Painel super moderno e atual, é integrante da esportividade da moto.Traz marcador de combustível, velocímetro digital, contagiros analógico, relógio, hodômetro total e parcial, luzes espia para os piscas, farol alto, neutro e ABS.

Farol com design moderno e agressivo é muito bom.Nos testes no plano a moto não passava de 140Km/h (no velocímetro), e em declive eu abaixado quase dentro do painel marcou 153Km/h (no velocímetro). Esperava pelo menos bater 160Km/h.
Velocidade cruzeiro é boa em estrada, da para ir direto de 120 á 130Km/h; até subindo a serra do litoral para São Paulo tranquilo a 120Km/h.
Na estrada andando com acelerador virado fez 24,3Km/l, na cidade 23Km/l.

Cambio como em todas motos Honda é macio e preciso, se fosse dar nota seria "nota 10".

Mesmo com 5 velocidades, o motor trabalha muito bem e não precisa da 6° marcha, comprovamos no dinamômetro quando a moto chegou a 165Km/h cortando no limitador.
Suspensão é calibrada esportivamente, acompanhando o estilo da moto. Isso se traduz num ótimo desempenho nas curvas, chegando a raspar a bota com facilidade. O que me chamou atenção foi a parte dianteira da moto, se mostrou muito pregada dando maior segurança para pilotagens mais esportivas em curvas de media velocidade. Senti falta da regulagem da pressão da mola do amortecedor trazeiro.

Conforto, nesse quesito deixa um pouco a desejar em viagens.Banco poderia ser mais macio e mais largo, pelo menos dianteiro. Na cidade é muito boa. Gostei da posição e altura do guidão.
A posição de pilotagem é gostosa onde você veste a moto com perfeição em todas as circunstâncias.
Gostaria de chamar atenção em um ponto que notei e gostaria de relatar: pilotando a moto no trânsito caótico de São Paulo (congestionamento) notei quando iria costurar com transito parado (ZIG ZAG) a ponteira de escapamento tocava no pára-choque dos carros, isso aconteceu algumas vezes, que me levou a analisar este item. E cheguei a conclusão que a ponteira fica muito para fora da linha das pedaleiras, talvez a Honda deveria pensar em mudar desenho para uma forma oval por exemplo.

Conclusão:

- Motor bom, mas vibra um pouco (isso não é um item para levar em conta neste caso);
- Corrente barulhenta;
- Design moderno e de muito bom gosto;
- Consumo bom;- Cambio é preciso e macio;
- Suspensão pouco dura, mas muito eficiente especialmente em pilotagens esportivas;
- Conforto: na cidade boa, mas em viagens deixa pouco a desejar;
- Freios excelentes, o ABS é perfeito para o modelo e muito potente;
- Farol muito bom, cumpre seu papel muito bem. A CB300 com ABS é excelente moto, com materiais de ótima qualidade, super segura com o sistema ABS de freio, maleável no transito, muito fácil de pilotar, para quem deseja uma moto moderna na categoria, esta é a moto; para primeira moto é perfeita ou usar no dia a dia.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Nova Shadow RS 2010

-----------------------------------------------------------------------------Os motociclistas europeus e os norte-americanos terão o prazer de ter mais uma versão da Honda Shadow em 2010. Além da versão “Aero”, que é vendida também aqui no Brasil, e a “Spirit”, a Honda coloca no mercado mais uma variante, a “RS”.

A grande sacada da Honda foi criar uma versão mais urbana da custom, com assentos e controles situados de uma forma que permita uma condução mais natural. Ela é compacta e permite uma boa manobrabilidade nas ruas das cidades.

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Lançamentos Kawasaki do Brasil 2009

-----------------------------------------------------------------------------A Kawasaki do Brasil lançou ontem algumas novidades da sua linha 2009. O presidente da marca, Hiroshi Ito, destacou a nova Ninja 250 cilindradas, primeira da classe com dois cilindros, gerando 33 cv de potência. Esta motocicleta também possui injeção eletrônica e sai por R$ 18.880.Ito fez questão de salientar o processo que a Kawasaki faz antes de um lançamento em outro País. “Todas as motos passam por um processo de tropicalização, principalmente a parte de injeção de combustível, que foi totalmente trabalhada para o Brasil”, explicou o presidente.
Falando um pouco da nova “ninjinha”, Ito deu detalhes deste que foi o grande lançamento da marca nipônica. “É uma moto para iniciantes, a posição de pilotagem não é esportiva como na ZX-6R, você fica como em uma Twister”, contou o presidente.
“Ela é a primeira motocicleta dois cilindros da classe e 40% dos compradores dela nos EUA foram mulheres, isso gerou 40.000 motos vendidas ano passado, sendo a moto mais vendida da marca”, completou.

Ito fez questão de salientar o processo que a Kawasaki faz antes de um lançamento em outro País. “Todas as motos passam por um processo de tropicalização, principalmente a parte de injeção de combustível, que foi totalmente trabalhada para o Brasil”, explicou o presidente.
Falando um pouco da nova “ninjinha”, Ito deu detalhes deste que foi o grande lançamento da marca nipônica. “É uma moto para iniciantes, a posição de pilotagem não é esportiva como na ZX-6R, você fica como em uma Twister”, contou o presidente.
“Ela é a primeira motocicleta dois cilindros da classe e 40% dos compradores dela nos EUA foram mulheres, isso gerou 40.000 motos vendidas ano passado, sendo a moto mais vendida da marca”, completou.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Bimota DB7R Diavolo Rosso

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A Bimota DB7R Diavolo Rosso, projetada pela ArthaWorks(Califórnia – EUA), mais se parece com uma obra-de-arte do que com uma moto. Revestida de um pintura preta com detalhes vermelhos, a moto parece estar pronta para entrar na pista, e recursos para isso não faltam.

Sua motorização é a mesma que equipa a premiada Ducati 1098, porém, com uma pitada a mais de esportividade. São 164cv para 164 quilos (relação de peso x potência em 1:1).

Os mimos que um feliz proprietário dessa moto vai ter começa com um sistema GPS e vai até um sofisticado sistema de telemetria (que diga-se de passagem, toda esportiva desse naipe deveria ter). Esse sistema de telemetria é completo e contém, inclusive, uma lista com as características de uma centena de circuitos espalhados pelo mundo.

Mas para quem quer ter uma precisa correr, apenas 10 unidades serão fabricadas a um custo de 59.500 dólares. Com esse preço salgado e a limitação de produção, nós, pobres mortais, temos que nos contentar com as fotos abaixo.

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Supermotard Yamaha XT 660X 2010

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Agora que estamos na reta final de 2009, com praticamente 1 mês para o fim do ano, as marcas começam, aos poucos, a mostrar com que peças vão jogar em 2010.

A Yamaha apresentou semana passada a nova XT 660X. Com um visual mais agressivo que a XT 660R atual, a moto entra no mercado de olho em um segmento ainda pouco explorado mas em grande expansão, os das supermotards.

Em relação a motorização a moto não sofreu mudanças, continua sendo montada sobre um monocilíndrico de 660 cm³, 4 válvulas, SOHC e injeção eletrônica, com 48 cv de pontência e torque de 6,11 kgfm.

Na parte visual, além de todo o banho de loja para a troca das peças que caracterizam uma supermotard, criaram uma novidade, a pintura “Racing Red”, uma clássica mistura de preto e vermelho que deixa a moto com uma cara “invocada”. Além da cor debutante, os “xtezeiros” ainda irão encontrar a moto nas tradicionais “Racing Blue” e “Sport White”.

Ainda não foi divulagada a tabela oficial para saber o custo do brinquedo; lá fora, onde já é comercializada, a unidade sai da concessionária por 6.590 euros (que pela cotação do dia soma algo em torno de 17.000 reais), mas não se anime muito, pois o preço aqui deve passar dos R$ 30.000 fácil.

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sábado, 28 de novembro de 2009

Honda apresenta 3 novas motos para 2010

-----------------------------------------------------------------------------Com a vigoração do Promot 3 em Janeiro deste ano, que regulamenta o índice de emissões e poluição em motocicletas, algumas motos terão que se readaptar à legislação, ou simplesmente parar de serem fabricadas.

Em virtude de tal legislação, os modelos NX 4 Falcon, XR 250 Tornado e CBX 250 Twister da Honda serão substituídos até dezembro próximo, prazo estipulado para a readaptação dos modelos.

Líder de mercado, a Honda já comercializou mais de 1 milhão e 400 mil modelos entre os segmentos On Road e Off Road em seus 27 anos de existência no país. Substituindo as versões de terra, a Honda está lançando a XRE 300, 291,6cm³ de cilindrada e potência máxima de 26,5 cavalos a 7500 rpm. O preço é estimado na faixa dos 13 mil reais.

A CB 300R, do segmento Street, tem uma perspectiva mais arrojada. Vindo substituir a Twister, cujo segmento detém 60% das vendas da montadora, utilizará o mesmo motor da XRE 300 mas terá no design o seu diferencial. Estima-se a venda de 100 mil unidades por ano desta motocicleta.

Ao divulgar as suas mudanças para atender ao PROMOT 3 a surpresa foi a volta da montadora ao segmento das scooters. E este retorno se dará por meio da Lead 110.Ela vem dentro do conceito smart (inteligente), e é a única da categoria a vir com injeção eletrônica e refrigeração a água. O câmbio é contínuo, via CVT, e ela conta com um bagageiro sob o assento. A notícia mais agradável é o seu consumo: 40km/l rodando em trânsito denso.
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